Quarta-feira, 28 de outubro de 2026

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Derrotado nas eleições - Em uma carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após fugir do Brasil rumo aos Estados Unidos, o senador declarou não reconhecer o resultado das urnas no segundo turno da eleição presidencial

Após divulgar a primeira carta, em formato de imagens, em uma rede social, Flávio divulgou uma nova carta, também em imagens, em que substituiu as frases "verdadeiro presidente do Brasil" e "presidente eleito" por "líder do Brasil" e "líder".

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Derrotado nas eleições - Em uma carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após fugir do Brasil rumo aos Estados Unidos, o senador declarou não reconhecer o resultado das urnas no segundo turno da eleição presidencial

Derrotado nas eleições - Em uma carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após fugir do Brasil rumo aos Estados Unidos, o senador declarou não reconhecer o resultado das urnas no segundo turno da eleição presidencial, acusou suposta fraude eleitoral e afirmou ser o "verdadeiro presidente do Brasil".

Após divulgar a primeira carta, em formato de imagens, em uma rede social, Flávio divulgou uma nova carta, também em imagens, em que substituiu as frases "verdadeiro presidente do Brasil" e "presidente eleito" por "líder do Brasil" e "líder"..

As alegações, divulgadas sem apresentação de provas, contrariam a postura do PL, partido de Flávio, e contrastam com a confirmação do resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

No documento, Flávio agradece a líderes internacionais, como o presidente da Argentina, Javier Milei, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirma que está em território norte-americano.

O parlamentar ataca o Judiciário e alega a existência de um "regime de exceção" e "perseguição política" contra a sua família, negando que sua saída represente uma fuga e comparando sua ida ao exterior a episódios de exílio político de figuras históricas.

No documento, o senador afirma que teria ocorrido uma "impossibilidade matemática" na votação do último domingo e contesta decisões tomadas pela Justiça, especialmente pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante a votação.



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